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BYD Song Plus ou GWM Haval H6: qual híbrido plug-in entrega mais pelos mesmos R$ 250 mil?

Redação Portal Carro Eletrificado · há 1h

Foto: Divulgação/BYD

Fonte: BYD e GWM
A BYD chegou à atualização 2026 do Song Plus DM-i mantendo a fórmula que já é sucesso de vendas: motor 1.5 turbo a gasolina somado a um motor elétrico dianteiro, com potência combinada de 235 cv e 40,8 kgf·m de torque, saindo de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos. A bateria Blade de fosfato de ferro e lítio permite rodar até 63 km no modo 100% elétrico pelo ciclo Inmetro (100 km no ciclo NEDC), e o SUV chega por R$ 249.990. Do outro lado, o GWM Haval H6 PHEV19 usa o mesmo racional de motor 1.5 turbo combinado a motor elétrico, mas com números mais agressivos: 326 cv e 54 kgf·m de torque combinados, 0 a 100 km/h em 7,6 segundos e uma bateria de 19 kWh que garante até 115 km de autonomia elétrica no ciclo WLTP — por um preço praticamente idêntico, R$ 250.000. Colocando as fichas técnicas lado a lado, o Haval H6 leva vantagem clara em desempenho: mais potência (326 cv contra 235 cv), mais torque, quase 1 segundo a menos no 0 a 100 km/h e mais autonomia elétrica no papel. O SUV da GWM também vem com central multimídia de 14,6 polegadas, painel digital de 10,25 polegadas, sistema Coffee OS 3, 12 sensores de estacionamento, 5 câmeras e 2 radares para os assistentes de condução. O Song Plus responde com porta-malas ligeiramente maior (574 litros contra 560 litros), tela central rotativa de 15,6 polegadas, painel digital de 12,3 polegadas, teto panorâmico elétrico, som com assinatura Dirac, câmeras 360° em 3D e head-up display — recurso que o Haval H6 PHEV19 não tem nessa configuração. O que pesa a favor do Haval H6 é o histórico: o nameplate já é um dos SUVs híbridos mais vendidos do Brasil, com uma legião de donos e uma rede de assistência GWM que cresceu rápido no país, além de garantia de 5 anos sem limite de quilometragem. Já o Song Plus se apoia na força da BYD como marca líder em eletrificados no Brasil e no peso da tecnologia Blade Battery, que a montadora usa como principal argumento de segurança e durabilidade. Na prática, comprar qualquer um dos dois hoje significa entrar num SUV híbrido plug-in consolidado, não uma aposta arriscada de marca nova. Na nossa leitura, o Haval H6 PHEV19 leva vantagem em número frio — mais potência, mais torque, mais autonomia elétrica e resposta mais rápida, pelo mesmo dinheiro do Song Plus. Mas o Song Plus não fica pra trás em conforto e tecnologia embarcada, com itens como head-up display e teto panorâmico que ajudam a justificar o preço igual. É mais uma vez uma disputa de detalhe: quem prioriza desempenho e autonomia elétrica tende a olhar pro Haval H6; quem valoriza o pacote de conforto e a confiança já construída com a BYD no Brasil, fica com o Song Plus. E você, qual dos dois levaria?
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